Estamos iniciando o segundo semestre e comprovamos que tudo que foi prometido em termos de economia, praticamente nada foi cumprido. É preciso entender o que está se passando e isso não é difícil.
Nossa Constituição marca um recado que infelizmente não tem sido aproveitado, pois ela insiste que é preciso tratar de forma diferente situações diferentes.
Vejamos um exemplo.
O preço de venda do combustível atualmente não leva em conta o poder aquisitivo do consumidor . Isso é um absurdo!! É preciso se tratar uma venda como algo que tem que ser bem administrada, ou seja, em vez de modelos econômicos importados de outros países, devemos trabalhar com a realidade de um país que tem uma vergonhosa realidade econômica de pobres e ricos .
Os economistas que tomam decisões fazem isso tendo como cliente o país e não seu povo. A realidade não é considerada e quando chega, se comprova que estava errado o que se previu que iria acontecer.
A Petrobrás fornece o combustível por um preço que chega ao consumidor, praticamente o dobro do fornecido por ela. Pense na possibilidade de um caminhoneiro comprar seu combustível pela metade do preço que atualmente se pratica. O caminhoneiro pagando a metade do preço do custo atual, baixará seu preço de frete. A redução do frete atingirá uma infinidade de produtos, pois ele terá margem para competir.
Vamos administrar as vendas e não fazer projeções teóricas do que se espera que vá acontecer com a economia do país nos próximos anos. Precisamos administrar nos próximos anos a realidade do mercado e não no basear em projeções teóricas de uma realidade inexistente.
Todas as promessas de resultados baseados em perspectivas econômicas, estão sendo descumpridas. Assim sendo temos o direito de tentar, nesse segundo semestre, considerar como válido Administrar o mercado, mesmo porque os economistas já desistiram de obter resultados neste ano.
Administrar o segundo semestre deste ano é algo que temos o direito de reivindicar, pois três semestres já foram perdidos.
Basta de promessas descumpridas. Não queremos discutir o que fazer no próximo ano, queremos Administrar o mercado deste ano.
Façamos uma experiência com combustíveis e os resultados serão obtidos.
sexta-feira, 7 de agosto de 2020
Basta de erros
segunda-feira, 20 de julho de 2020
A PEC das Unidades Federativas é a solução
Não há dúvidas quanto a necessidade de se racionalizar a gestão das Unidades Federativas, mas o melhor caminho não é limitar os gastos, mas sim corrigir a atual situação que estabelece como principal fonte de receita o ICMS, sobre o qual elas perderam a autonomia de gestão, além de ser um tributo socialmente injusto e altamente inflacionário.
Essa proposta de emenda constitucional autoriza às Unidades Federativas a cobrarem imposto sobre movimentações financeiras seletivas, com a consequente desoneração do ICMS, incidente sobre combustíveis, energia elétrica e outros itens de consumo que reduzem o poder aquisitivo da população e ocasionam consequente depressão econômica.
Os Estados e Distrito Federal poderão ser administrados com equilíbrio fiscal, passando este a ser consequência, e não mais um objetivo a ser atingido com interferência na autonomia federativa assegurada pela nossa Constituição.
A Constituição estabelece como principal fonte de receita para as unidades federativas, a tributação do consumo, e isso é socialmente injusto e altamente inflacionário.
A PEC do Imposto para Unidades Federativas que autoriza às unidades federativas a cobrarem imposto sobre movimentações financeiras seletivas assegurará condições para o desenvolvimento sustentável dos Estados e Distrito Federal.
Caberá às unidades federativas definirem o imposto a ser cobrado sobre movimentações financeiras, visando a desoneração do ICMS incidente sobre combustíveis, energia elétrica e outros itens de consumo que reduzem o poder aquisitivo da população mais carente.
Complementando essa medida de fácil implantação é recomendável que se remunere adequadamente a poupança e se reduza o valor das cédulas monetárias circulantes, o que aliás é uma tendência em países desenvolvidos.
O necessário equilíbrio fiscal do Brasil passa por termos unidades federativas autossustentáveis.
Essa proposta de emenda constitucional autoriza às Unidades Federativas a cobrarem imposto sobre movimentações financeiras seletivas, com a consequente desoneração do ICMS, incidente sobre combustíveis, energia elétrica e outros itens de consumo que reduzem o poder aquisitivo da população e ocasionam consequente depressão econômica.
Os Estados e Distrito Federal poderão ser administrados com equilíbrio fiscal, passando este a ser consequência, e não mais um objetivo a ser atingido com interferência na autonomia federativa assegurada pela nossa Constituição.
A Constituição estabelece como principal fonte de receita para as unidades federativas, a tributação do consumo, e isso é socialmente injusto e altamente inflacionário.
A PEC do Imposto para Unidades Federativas que autoriza às unidades federativas a cobrarem imposto sobre movimentações financeiras seletivas assegurará condições para o desenvolvimento sustentável dos Estados e Distrito Federal.
Caberá às unidades federativas definirem o imposto a ser cobrado sobre movimentações financeiras, visando a desoneração do ICMS incidente sobre combustíveis, energia elétrica e outros itens de consumo que reduzem o poder aquisitivo da população mais carente.
Complementando essa medida de fácil implantação é recomendável que se remunere adequadamente a poupança e se reduza o valor das cédulas monetárias circulantes, o que aliás é uma tendência em países desenvolvidos.
O necessário equilíbrio fiscal do Brasil passa por termos unidades federativas autossustentáveis.
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Estamos no caminho certo para corrigir os absurdos da tributação brasileira
Precisamos racionalizar o sistema tributário, atribuindo as Unidades Federativas, o papel que lhes compete para termos uma verdadeira federação,
Os Estados e Distrito Federal poderão ser administrados com equilíbrio fiscal, passando este a ser consequência, e não mais um objetivo a ser atingido com interferência na autonomia federativa assegurada pela nossa Constituição.
Atualmente a principal fonte de receita para as unidades federativas, é a tributação sobre o consumo, isso é socialmente injusto e altamente inflacionário.
O necessário equilíbrio fiscal do Brasil passa por termos unidades federativas autossustentáveis.
quinta-feira, 16 de maio de 2019
Dinheiro eletrônico e Imposto único
Não há justificativa aceitável para se continuar utilizando dinheiro de papel, que viabiliza a corrupção, assaltos e tráfico de drogas.
O dinheiro eletrônico já está sendo utilizado em praticamente todas as operações normais. As moedas poderão continuar existindo para operações de pequeno valor e maquinizadas.
O dinheiro eletrônico permite a identificação das operações financeiras, inviabilizando a corrupção monetária. Os assaltos a bancos cessam totalmente, pois não haverá o que roubar. Permite, também, o total controle dos valores pagos com dinheiro público.
O dinheiro exclusivamente eletrônico viabiliza a adoção do imposto único, cobrado em toda movimentação financeira, com extinção de todos outros impostos, tais como IPI, ICMS, ISSQN, e Imposto de Renda. A extinção dos impostos sobre valor agregado reduzirá expressivamente o custo dos produtos e a burocracia.
O imposto único facilita uma distribuição justa do valor arrecadado, beneficiando Estados e Municípios, hoje prejudicados pela excessiva centralização.
O dinheiro eletrônico já está sendo utilizado em praticamente todas as operações normais. As moedas poderão continuar existindo para operações de pequeno valor e maquinizadas.
O dinheiro eletrônico permite a identificação das operações financeiras, inviabilizando a corrupção monetária. Os assaltos a bancos cessam totalmente, pois não haverá o que roubar. Permite, também, o total controle dos valores pagos com dinheiro público.
O dinheiro exclusivamente eletrônico viabiliza a adoção do imposto único, cobrado em toda movimentação financeira, com extinção de todos outros impostos, tais como IPI, ICMS, ISSQN, e Imposto de Renda. A extinção dos impostos sobre valor agregado reduzirá expressivamente o custo dos produtos e a burocracia.
O imposto único facilita uma distribuição justa do valor arrecadado, beneficiando Estados e Municípios, hoje prejudicados pela excessiva centralização.
sábado, 12 de janeiro de 2019
A população está sendo enganada
O sistema financeiro no Brasil conseguiu enganar nossa população,
ameaçando como sendo aumento de tributação a cobrança de imposto sobre
movimentação financeira.
As Unidades Federativas precisam recuperar sua autonomia
eliminando o imposto sobre consumo mediante a substituição do mesmo pelo
imposto seletivo.
Precisamos corrigir esta mistificação que é sustentada pelo
lucro extraordinário que a situação atual atribuiu ao sistema bancário. Corrigir
a tributação cobrando de quem pode pagar e desonerando a criminosa tributação
atribuída ao consumo.
Desonerar o consumo significa desenvolvimento econômico
assegurando emprego e condições justas de trabalho.
sexta-feira, 1 de junho de 2018
A Petrobras precisa ser respeitada
Sob o ponto de vista da Administração de Empresas, as organizações
são seres vivos e devem ser respeitadas.
A Petrobras já foi muito agredida e precisa de tempo para se
recuperar sem interferência externa, inclusive ou até principalmente sem interferência
de seu controlador.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Assinar:
Postagens (Atom)