sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Basta de erros

Estamos iniciando o segundo semestre e comprovamos que tudo que foi prometido em termos de economia, praticamente nada foi cumprido. É preciso entender o que está se passando e isso não é difícil.

Nossa Constituição marca um recado que infelizmente não tem sido aproveitado, pois ela insiste que é preciso tratar de forma diferente situações diferentes.

Vejamos um exemplo.

O preço de venda do combustível atualmente não leva em conta o poder aquisitivo do consumidor . Isso é um absurdo!! É preciso se tratar uma venda como algo que tem que ser bem administrada, ou seja, em vez de modelos econômicos importados de outros países, devemos trabalhar com a realidade de um país que tem uma vergonhosa realidade econômica de pobres e ricos .

Os economistas que tomam decisões fazem isso tendo como cliente o país e não seu povo. A realidade não é considerada e quando chega, se comprova que estava errado o que se previu que iria acontecer.

A Petrobrás fornece o combustível por um preço que chega ao consumidor, praticamente o dobro do fornecido por ela. Pense na possibilidade de um caminhoneiro comprar seu combustível pela metade do preço que atualmente se pratica. O caminhoneiro pagando a metade do preço do custo atual, baixará seu preço de frete. A redução do frete atingirá uma infinidade de produtos, pois ele terá margem para competir.

Vamos administrar as vendas e não fazer projeções teóricas do que se espera que vá acontecer com a economia do país  nos próximos anos. Precisamos administrar nos próximos anos a realidade do mercado e não no basear em projeções teóricas de uma realidade inexistente.

Todas as promessas de resultados baseados em perspectivas econômicas, estão sendo descumpridas. Assim sendo temos o direito de tentar, nesse segundo semestre, considerar como válido Administrar o mercado, mesmo porque os economistas já desistiram de obter resultados neste ano.

Administrar o segundo semestre deste ano é algo que temos o direito de reivindicar, pois três semestres já foram perdidos.

Basta de promessas descumpridas. Não queremos discutir o que fazer no próximo ano, queremos Administrar o mercado deste ano.

Façamos uma experiência com combustíveis e os resultados serão obtidos.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

A PEC das Unidades Federativas é a solução

Não há dúvidas quanto a necessidade de se racionalizar a gestão das Unidades Federativas, mas o melhor caminho não é limitar os gastos, mas sim corrigir a atual situação que estabelece como principal fonte de receita o ICMS, sobre o qual elas perderam a autonomia de gestão, além de ser um tributo socialmente injusto e altamente inflacionário.

Essa proposta de emenda constitucional autoriza às Unidades Federativas a cobrarem imposto sobre movimentações financeiras seletivas, com a consequente desoneração do ICMS, incidente sobre combustíveis, energia elétrica e outros itens de consumo que reduzem o poder aquisitivo da população e ocasionam consequente depressão econômica.

Os Estados e Distrito Federal poderão ser administrados com equilíbrio fiscal, passando este a ser consequência, e não mais um objetivo a ser atingido com interferência na autonomia federativa assegurada pela nossa Constituição.

A Constituição estabelece como principal fonte de receita para as unidades federativas, a tributação do consumo, e isso é socialmente injusto e altamente inflacionário.

A PEC do Imposto para Unidades Federativas que autoriza às unidades federativas a cobrarem imposto sobre movimentações financeiras seletivas assegurará condições para o desenvolvimento sustentável dos Estados e Distrito Federal.

Caberá às unidades federativas definirem o imposto a ser cobrado sobre movimentações financeiras, visando a desoneração do ICMS incidente sobre combustíveis, energia elétrica e outros itens de consumo que reduzem o poder aquisitivo da população mais carente.

Complementando essa medida de fácil implantação é recomendável que se remunere adequadamente a poupança e se reduza o valor das cédulas monetárias circulantes, o que aliás é uma tendência em países desenvolvidos.

O necessário equilíbrio fiscal do Brasil passa por termos unidades federativas autossustentáveis.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Estamos no caminho certo para corrigir os absurdos da tributação brasileira


Não há dúvidas quanto a necessidade de se racionalizar a gestão das Unidades Federativas, mas o melhor caminho não é limitar os gastos, mas sim corrigir a atual situação que estabelece como principal fonte de receita o ICMS, sobre o qual elas perderam a autonomia de gestão, além de ser um tributo socialmente injusto e altamente inflacionário.

Precisamos racionalizar o sistema tributário, atribuindo as Unidades Federativas, o papel que lhes compete para termos uma verdadeira federação,

Os Estados e Distrito Federal poderão ser administrados com equilíbrio fiscal, passando este a ser consequência, e não mais um objetivo a ser atingido com interferência na autonomia federativa assegurada pela nossa Constituição.

Atualmente a principal fonte de receita para as unidades federativas, é a tributação sobre o consumo, isso é socialmente injusto e altamente inflacionário.

O necessário equilíbrio fiscal do Brasil passa por termos unidades federativas autossustentáveis.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Dinheiro eletrônico e Imposto único

Não há justificativa aceitável para se continuar utilizando dinheiro de papel, que viabiliza a corrupção, assaltos e tráfico de drogas.

O dinheiro eletrônico já está sendo utilizado em praticamente todas as operações normais. As moedas poderão continuar existindo para operações de pequeno valor e maquinizadas.

O dinheiro eletrônico permite a identificação das operações financeiras, inviabilizando a corrupção monetária. Os assaltos a bancos cessam totalmente, pois não haverá o que roubar. Permite, também, o total controle dos valores pagos com dinheiro público.

O dinheiro exclusivamente eletrônico viabiliza a adoção do imposto único, cobrado em toda movimentação financeira, com extinção de todos outros impostos, tais como IPI, ICMS, ISSQN, e Imposto de Renda. A extinção dos impostos sobre valor agregado reduzirá expressivamente o custo dos produtos e a burocracia.

O imposto único facilita uma distribuição justa do valor arrecadado, beneficiando Estados e Municípios, hoje prejudicados pela excessiva centralização.

sábado, 12 de janeiro de 2019

A população está sendo enganada


O sistema financeiro no Brasil conseguiu enganar nossa população, ameaçando como sendo aumento de tributação a cobrança de imposto sobre movimentação financeira.

As Unidades Federativas precisam recuperar sua autonomia eliminando o imposto sobre consumo mediante a substituição do mesmo pelo imposto seletivo.

Precisamos corrigir esta mistificação que é sustentada pelo lucro extraordinário que a situação atual atribuiu ao sistema bancário. Corrigir a tributação cobrando de quem pode pagar e desonerando a criminosa tributação atribuída ao consumo.

Desonerar o consumo significa desenvolvimento econômico assegurando emprego e condições justas de trabalho.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

A Petrobras precisa ser respeitada


Sob o ponto de vista da Administração de Empresas, as organizações são seres vivos e devem ser respeitadas.

A Petrobras já foi muito agredida e precisa de tempo para se recuperar sem interferência externa, inclusive ou até principalmente sem interferência de seu controlador.